EL AMOR ES LIBRE. NING. COM

© Poetas Excelsos de América y España.

 

 

Procuro em meu interior o constante clamor da paz emocional,

e encontro facelos e rompiduras tormentantes,

que contradiz toda esperança do tempo,

reformulando imagens e miragens de ternura e de raiva,

que magoa profundo o pensamento presente,

retranca ao criar o psicológico

e também o medo psíquico.

Principio de uma nova vida

e um novo caminho em direção

ao conturbado futuro ou benevolente sentimento escuso.

 

Outras vezes...

Retorno a espaços brilhantes de momentos do passado,

e vivo com intensidade cada detalhe

desse sonho escondido dentro de meu peito.

Trás consigo sem sentir,

uma ênfase de lágrimas eufóricas e encarnante de mundo exótico,

que fascina os olhos ao contemplar a imagem da eterna saudade.

Maravilha o conceito de ser emotivo

que busca o éden perdido em sombras do inesperado e da surpresa,

predita em parábolas do vento universal do tempo.

 

De repente...

A face desfigurada da realidade penetra o meu subconsciente criativo,

destruindo toda espontaneidade de meu sorriso prematuro,

abarcando o constrangedor sofrer calado

nessa angustiante noite solitária.

No nervosismo intimo,

tento fingir toda minha decepção e o meu desespero neurótico,

e dou de cara com um sentimento rebelde,

que conscientemente fabrica uma revolução dentro de mim,

nascendo uma fera acuada e ferida,

metamorfoseando o principio do final

que contracena com esperanças esfaceladas,

vivifica o retrato de um silencio recíproco

e prisioneiro de muitos desejos escondidos.

 

A trepida rotina em meu mundo entre quatro paredes

encarde o meu horizonte iluminado,

transporta lágrimas amargas que penetram o meu peito,

como se fosse uma ponta de faca em fogo,

carbonizando o meu instinto e a minha vontade de viver.

E no desespero...

Procuro alucinadamente conviver

momentaneamente com diversas ilusões adversas,

advertindo implacavelmente o diário

instante de pecar contra essa dura realidade,

que entorpece minha alma e padece toda implosão intima,

demolindo por inteiro toda alegria de sorrir aos semelhantes,

que se assemelham a um manicômio de paixões perdidas.

 

E sem sentir...

Sinto raiva em estar na solidão de meu quarto,

preso dentro de mim mesmo.

Outras vezes...

Sinto um ódio doentio de multidões que me rodeia,

sendo que, ninguém tem culpa do que esta acontecendo comigo.

Depois sinto vergonha em ter sentido ódio

e por estar desnorteado emotivamente.

 

A solidão me machuca profundamente,

multidões ferem as ilusões de minhas esperanças.

E vejo que estou encurralado

entre a vontade de chorar por um passado acabado,

e o desejo de voltar a ser o que era antes.

Mas nada parece resolver o meu problema,

ainda continuo perdido dentro de um holocausto interior.

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Comentario por Sebastião Luiz Alves el abril 5, 2012 a las 7:26am

Grato pelo comentário Carmen, cada momento que esta por vir é inesperado, nos prega peça, boas e ruins. Abraços. 

Comentario por Sebastião Luiz Alves el marzo 8, 2012 a las 2:09pm

Grato pelo comentário consciente Erika, peço desculpas se o texto trouxe recordações tristes. Parte de minhas poesias foram escritas no final dos anos 70, 80 e 90,  fiz apenas algumas correções ortográficas. Época do regime militar no Brasil, possui 3 jornais: 1 na minha cidade, outro no Rio de Janeiro e o último em Minas Gerais, era simplesmente um jovem sonhador, cheio de defeitos e um longo caminho a percorrer e superar obstáculos, seja profissional ou interior. Nesse caminho tornei escritor, historiador, produtor de vídeo, compositor, teatrólogo, cronista, aprendi a escrever em metáforas, desabafar no papel em forma de poesia, captando as experiências pessoais e de pessoas ao meu redor. Torno agradecer o seu comentário, as palavras levam muita sabedoria e coerência. Abraços.

Comentario por Sebastião Luiz Alves el marzo 8, 2012 a las 5:33am

Grato pelas sábias palavras Lupita, revelam muito em um simples comentário. Abraços.

Comentario por Sebastião Luiz Alves el marzo 7, 2012 a las 1:57pm

Grato pelo comentário Fabio, é uma honra receber esse grande elogio em suas palavras. Abraços.

Comentario por Fabio A Pabon M. Curandero tango el marzo 7, 2012 a las 10:52am

Caro amigo Sebastiao! Muito obrigado por seu poema! Suas publicações em português são muito interessantes e dar a apresentação da rede, parece ser bom, variedade e um ar de elegância e cultura. Eu não sei o que aconteceu com a outra rede portuguesa, que não estão envolvidos e eu até que você criar um grupo, que ninguém jamais visitas! Obrigado meu amigo querido e especial!

 Abraços e parabéns! Fabio.

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